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cassi.aiSynthetic Simulator
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Personas sintéticas num mundo virtual montado para o seu estudo

Os seus consumidores, refeitos como personas sintéticas, numa cópia virtual do lugar onde eles decidem. Entre e pergunte.

O Synthetic Vertical Simulator é um simulador social 2D. As personas dentro dele são os seus consumidores, refeitos por engenharia de contexto: cada uma recebe o material que você disponibiliza, como estudos anteriores, segmentações, transcrições de entrevista e sinais de CRM quando permitido, e responde a partir desse material. Você conversa com qualquer avatar e pergunta sobre rotina de compra, preferências e reação a um conceito. As personas andam por um shopping, um supermercado, uma concessionária, uma praia, uma praça e um escritório, falam em balões e respondem umas às outras em pequenos grupos. Qualquer outro ambiente que o seu estudo pedir pode ser construído, e a discussão toma a forma que a pergunta pede: entrevista individual, debate em grupo, teste de conceito, percurso pela gôndola. A demonstração de hoje traz nove personas em quatro clusters geracionais como exemplo.

Dados ilustrativos. As cenas avançam sozinhas.

01 O trabalho

A decisão acontece num lugar. O estudo costuma acontecer em outro.

Times de inovação, insights e pesquisa querem ouvir os próprios consumidores dentro da loja, da agência ou do showroom, sobre o conceito que está na mesa, antes da visita real. O consumidor está num questionário. O lugar está num slide.

Tema

Ouvir os próprios consumidores dentro do lugar onde eles decidem

Um conceito novo, uma gôndola, um showroom, um balcão de atendimento. O time quer perguntar aos próprios consumidores o que fariam ali, por que param, o que comparam, o que diriam ao vendedor. Perguntar ali, no ambiente, e perguntar de novo quando o conceito muda.

Como é feito hoje

O consumidor num questionário, o lugar num slide

O time pergunta a um painel o que ele faria, numa pesquisa, ou manda alguém observar a loja por um dia. Os estudos anteriores, as segmentações e as transcrições ficam numa pasta. Ninguém traz esse material de volta para a sala quando chega o próximo conceito.

A dor

Os dados que a empresa já tem não respondem às perguntas novas

Três anos de estudos descrevem o consumidor em detalhe. Quando o time precisa saber como esse consumidor reagiria a um formato novo num ambiente novo, os estudos ficam calados e uma nova rodada de campo vira o único jeito de perguntar.

Onde a Cassi.ai entra

Os seus consumidores refeitos como personas sintéticas, numa cópia virtual do lugar

Por engenharia de contexto, cada persona recebe os seus estudos, segmentações e transcrições como contexto e responde a partir desse material. Coloque as personas num shopping, num supermercado, numa concessionária ou em qualquer ambiente montado para o seu estudo, e converse com cada uma delas. Tudo na tela vem marcado como sintético.

Um simulador ganha lugar entre os estudos. O time traz de volta para a sala os dados que já tem, no ambiente onde a decisão acontece, e faz a próxima pergunta antes do próximo campo.

02 Metodologias

Seis jeitos de rodar uma sessão. Você pergunta, a persona responde no contexto.

Cada metodologia abaixo é uma conversa com uma persona ou com um cluster, dentro do mundo. Nada é pontuado automaticamente. Você lê o que elas dizem.

"Como é a rotina de compra dessa persona?"

Entrevista individualno contexto

Abra um chat com uma persona, no mundo ou no Persona Lab, e pergunte sobre rotina de compra, preferências, marcas em que confia e o que ela nunca faz. Ela responde a partir do material que a formou, com as próprias motivações e tensões. A conversa fica no feed de transcrição.

"Como o cluster discute isso?"

Debate em grupopersonas no mundo

Leve um estímulo a um grupo de personas e veja as respostas de uma para a outra nos balões, com as últimas falas como contexto. Depois entre na conversa e pergunte ao grupo onde eles discordam. Funciona como um pequeno grupo focal dentro do ambiente.

"O conceito pega?"

Teste de conceito e mensagemmostre e pergunte

Apresente um conceito, um claim ou uma mensagem a cada persona e pergunte o que ela entendeu, do que desconfia e o que a faria experimentar. Leia as reações por cluster no feed. Troque a mensagem e pergunte de novo na mesma sessão.

"Qual zona atrai qual cluster?"

Percurso por gôndola ou showroomzona por zona

Percorra o ambiente com o seu avatar e observe para onde cada cluster vai: a promoção da entrada, o corredor, a mesa de venda, o caixa. Pare ao lado de uma persona e pergunte por que ela parou ali e o que comparou antes de seguir.

"Onde ela hesita?"

Observação de trajeto e atritoparada por parada

Acompanhe uma persona pelas atividades do ambiente: entrar, comparar, esperar na fila, perguntar ao atendente, pagar. Em cada parada, pergunte o que ela está pensando e o que a faria ir embora. A transcrição guarda a sequência com horário.

"E se o preço mudar?"

Exploração de cenárioconversa com o cluster

Rode um "e se" como conversa: o preço sobe, a loja fica sem estoque, um formato novo substitui o antigo, a agência fecha e vira aplicativo. Pergunte ao cluster como reagiria e compare as respostas. O cenário mora na pergunta, e a persona responde a partir da própria ficha.

03 Mundos

Seis mundos prontos. E o próximo é o seu.

Cada mundo é um ambiente completo: um mapa com zonas, as atividades que acontecem em cada zona e as personas que circulam por ele. Um teste de conceito, um grupo focal ou um percurso de gôndola rodam ali dentro. Um projeto pode usar um mundo como está, adaptar ao layout do cliente ou encomendar um novo.

Mapa do mundo ShoppingMUNDO 01

Shopping

Um shopping com lojas de várias categorias, praça de alimentação e cinema.

Zonas
Praça de alimentação, loja de roupas, loja de tecnologia, cinema, farmácia, livraria, corredor central.
Atividades
Olhar vitrines, comparar, esperar na fila, comer, encontrar amigos.
Serve para
Escolha de marca entre categorias, teste de vitrine e fachada, comportamento de lazer e compra.
Personas
Coloque os clusters que compram por lazer e os que compram com lista. Os dois cruzam o corredor central.
Mapa do mundo SupermercadoMUNDO 02

Supermercado

Um supermercado de bairro, do hortifruti ao caixa.

Zonas
Hortifruti, padaria, açougue, corredores, caixas.
Atividades
Compra com lista, comparação na gôndola, substituição quando falta o produto, fila do caixa.
Serve para
Embalagem e preço na gôndola, vizinhança de categorias, promoções.
Personas
Coloque o comprador da casa de cada cluster. A pergunta de gôndola muda com a pessoa que paga e a pessoa que escolhe.
Mapa do mundo PraçaMUNDO 03

Praça

Uma praça pública com chafariz, jardins, café e coreto.

Zonas
Chafariz, dois jardins, café, coreto.
Atividades
Passear, sentar, conviver, comprar de ambulantes.
Serve para
Ideias de espaço público e ativação de marca, mensagens de mídia exterior, conversas de comunidade.
Personas
Coloque os clusters que dividem o mesmo bairro. A praça é onde eles conversam entre si.
Mapa do mundo ConcessionáriaMUNDO 04

Concessionária

Um showroom com mesas de venda e sala de espera.

Zonas
Showroom, mesas de venda, sala de espera.
Atividades
Olhar os modelos, perguntar ao vendedor, esperar, negociar.
Serve para
Compras de alta consideração, roteiro de venda e layout do showroom, mensagens de troca e financiamento.
Personas
Coloque o comprador e o influenciador da compra, por cluster. A negociação se lê de um jeito para cada um.
Mapa do mundo PraiaMUNDO 05

Praia

Uma praia urbana com calçadão e quiosques.

Zonas
Areia, mar, calçadão, quiosques.
Atividades
Lazer, compra no quiosque, esporte, caminhada no calçadão.
Serve para
Produtos de estação, compra por impulso, bebidas e lanches, proteção solar.
Personas
Coloque os clusters que passam o dia ali. A pergunta do quiosque é sobre impulso e hábito.
Mapa do mundo EscritórioMUNDO 06

Escritório

Um andar de escritório aberto com salas de reunião e copa.

Zonas
Estações de trabalho, salas de reunião, copa, recepção.
Atividades
Trabalhar, reunir, pausa para o café, receber entregas.
Serve para
Produtos B2B e de ambiente de trabalho, estudos de experiência do funcionário, serviços corporativos.
Personas
Aqui as personas são papéis: o comprador, o usuário e o aprovador.

Novos mundos

Qualquer ambiente que a pesquisa de mercado precise pode virar um mundo, com as mesmas zonas, atividades e personas. Alguns exemplos do que a equipe constrói para um projeto:

  • Farmácia
  • Agência bancária
  • Aeroporto
  • Academia
  • Escola
  • Restaurante
  • Sala de espera de hospital
  • Checkout de e-commerce
  • Casa: cozinha e sala
  • Terminal de ônibus
  • Estádio
  • Lobby de hotel

Como um mundo é feito

  1. O mapa

    Desenhado a partir do briefing do cliente. Se o cliente fornece a planta real da loja, o mapa segue a planta, corredor por corredor.

  2. Zonas e atividades

    Cada zona recebe as atividades que acontecem ali: olhar, comparar, esperar na fila, perguntar ao atendente, pagar. Elas definem o que as personas fazem e o que você pode perguntar em cada parada.

  3. Personas por cluster

    As personas construídas a partir dos dados do cliente entram nas zonas onde cada cluster costuma estar, na proporção que o estudo pede.

  4. Estímulos

    Uma promoção, uma embalagem nova, uma falta de estoque, uma placa nova. Cada estímulo entra no mundo e as personas reagem a ele no contexto, como num teste de conceito.

Encomendar um mundo

04 Método

Seis passos, da vertical até a próxima versão do conceito.

Um projeto começa pela vertical e pelo ambiente, depois monta as personas a partir dos dados do cliente. O simulador roda no navegador, em inglês ou português.

  1. 01

    Escolha ou desenhe a vertical e o ambiente

    Shopping, supermercado, praça, concessionária, praia e escritório estão prontos. Qualquer outro ambiente de interesse do cliente pode ser construído para o estudo: uma farmácia, uma agência bancária, um aeroporto, uma academia, uma escola, um restaurante, o checkout de um e-commerce, uma casa. Todo ambiente e toda atividade que interessam ao cliente podem ser replicados no mundo virtual com as personas sintéticas.

    Seis mundos prontos hoje. Os novos são construídos por projeto.

  2. 02

    Defina as atividades que acontecem ali

    Comprar, comparar, esperar na fila, perguntar ao atendente, olhar vitrine, conviver, esperar. As atividades definem o que as personas fazem em cada zona e sobre o que você pode perguntar em cada parada.

    As atividades aparecem no feed ao vivo conforme acontecem.

  3. 03

    Monte as personas a partir dos dados do cliente

    Isso é engenharia de contexto: cada persona recebe o material do cliente como contexto, como estudos anteriores, segmentações, transcrições de entrevista e sinais de CRM quando permitido, para que a resposta saia desse material, sem recorrer à média da internet. Toda ficha pode ser aberta, editada e clonada no Persona Lab.

    Os dados do cliente ficam isolados, por projeto.

  4. 04

    Rode as sessões: ande, converse, teste

    Escolha a metodologia que a pergunta pede: entrevista individual, debate em grupo, teste de conceito, percurso, observação de trajeto ou cenário. As personas andam, falam em balões e respondem ao seu chat.

    Tudo na tela vem marcado como sintético.

  5. 05

    Leia o feed e as transcrições

    A tela de Insights guarda cada fala com horário, as atividades do momento, a atividade por cluster e os padrões detectados. O time lê junto.

    O campo continua no plano para o que pede amostra real.

  6. 06

    Itere o conceito

    Troque a mensagem, o preço, o layout ou o formato e pergunte de novo, no mesmo ambiente, para as mesmas personas. Guarde a versão que se sustentou e leve para o estudo real.

    Cada rodada fica na transcrição, e o time compara as versões.

05 O que está por trás

Números da demonstração, cada um com o seu alcance.

Cada número abaixo descreve o que a demonstração tem hoje. Um projeto constrói os próprios mundos e personas. Nenhum deles é promessa sobre o seu resultado.

6mundos prontos na demonstração, do shopping ao escritório
9personas na demonstração, cada uma com ficha escrita
4clusters de exemplo na demonstração: Gen Z, Millennial, Gen X, Boomer
4provedores de modelo de linguagem para escolher

O que ele nunca faz

  • Nunca apresenta uma reação sintética como reação de consumidor real. Toda fala na tela vem marcada como sintética.
  • Nunca substitui o campo. Atende as perguntas que vêm antes ou entre os estudos reais e ajuda o time a decidir o que vai a campo.
  • Nunca roda um projeto com personas inventadas do nada. Num projeto, as personas se apoiam nos dados do próprio cliente, por engenharia de contexto.
  • Nunca mistura os dados de um cliente com os de outro. O material de cada projeto fica isolado, e as suas chaves de modelo de linguagem ficam na memória do servidor só durante a sessão.
  • Nunca promete uma métrica automática que não está na tela. Hoje o simulador mostra o feed de transcrição, as atividades por cluster e os padrões detectados. Você lê as respostas. Nada é pontuado no seu lugar.

Para quem é

  • Times de inovação
  • Times de insights
  • Institutos de pesquisa
  • Varejo
  • Automotivo
  • Serviços financeiros
  • Bens de consumo

Para os times que já têm estudos, segmentações e transcrições sobre os próprios consumidores e querem trazer esse conhecimento de volta para a sala, no ambiente onde a decisão acontece, antes da próxima rodada de campo.

06 Perguntas

Perguntas e respostas

O que é o Synthetic Vertical Simulator?

O Synthetic Vertical Simulator é um produto da Cassi.ai para pesquisa de mercado. É um simulador social 2D, montado como um jogo em pixel art, em que os consumidores do cliente, refeitos como personas sintéticas, andam por uma cópia virtual do ambiente onde a decisão acontece, falam em balões escritos por um modelo de linguagem, respondem umas às outras em pequenos grupos e conversam com o pesquisador num chat direto.

Posso conversar com qualquer persona?

Sim. Aproxime o seu avatar de qualquer persona no mundo, ou abra o cartão dela no Persona Lab, e inicie um chat. Pergunte sobre rotina de compra, preferências, marcas em que confia, o que ela faria diante de um conceito. Ela responde com a própria voz, com as motivações, a tensão interna e os tabus da ficha. A conversa fica no feed de transcrição com horário.

De onde vêm os dados das personas?

Do próprio cliente. Num projeto, a empresa disponibiliza o material que já tem sobre os seus consumidores: estudos anteriores, segmentações, transcrições de entrevistas e grupos, sinais de CRM quando permitido. Esse material vira o contexto de cada persona. Na demonstração, as nove personas têm fichas de exemplo, em quatro clusters geracionais. As fichas de projeto são montadas do mesmo jeito que o Synthetic Lab monta as personas dele: https://syntheticlab.cassiai.com/

O que é engenharia de contexto?

É o trabalho de escolher e organizar o material que a persona recebe antes de responder. Em vez de perguntar a um modelo de linguagem o que "uma mãe de classe B" diria, a persona recebe como contexto os estudos, as segmentações e as transcrições que o cliente forneceu, e a resposta sai desse material. Sem esse contexto, a resposta viria da média da internet. Com ele, a resposta vem do que a empresa já sabe sobre aquele consumidor.

Dá para construir um ambiente que ainda não existe?

Sim. Seis mundos vêm prontos: shopping, supermercado, praça, concessionária, praia e escritório. Qualquer outro ambiente de interesse do cliente pode ser construído para o estudo: uma farmácia, uma agência bancária, um aeroporto, uma academia, uma escola, um restaurante, o checkout de um e-commerce, uma casa. Isso inclui um espaço que ainda está no projeto, como um formato de loja que a empresa quer testar antes de abrir. As atividades daquele lugar, como comprar, comparar, esperar na fila e perguntar ao atendente, são replicadas junto.

Que tipos de discussão posso rodar?

A discussão toma a forma que a pergunta pede. Entrevista individual com uma persona no contexto. Debate de um grupo de personas sobre um estímulo, como um pequeno grupo focal. Teste de conceito e de mensagem: você mostra o estímulo e pergunta o que a persona entendeu. Percurso por gôndola, loja ou showroom, zona por zona. Observação de trajeto e atrito, parada por parada. Exploração de cenário, como uma mudança de preço ou uma ruptura de estoque, rodada como conversa com o cluster. Em todas, você pergunta e a persona responde a partir da ficha.

Ele substitui o campo?

O campo continua existindo. O simulador é um ambiente de simulação. Ele atende as perguntas que vêm antes ou entre os estudos reais e ajuda o time a escolher o que merece uma visita real ou uma amostra real. Quando a decisão pede amostra real, o estudo vai a campo.

Os meus dados ficam isolados e a saída vem marcada como sintética?

Sim, nos dois casos. O material de cada projeto fica separado do de qualquer outro cliente, e as chaves de modelo de linguagem ficam só na memória do servidor durante a sessão. Toda fala na tela vem marcada como sintética, e o simulador mostra só o que existe hoje: o feed de transcrição, as atividades por cluster e os padrões detectados. Mapas de calor, exportações e relatórios são trabalho de projeto, combinado caso a caso.

Traga o ambiente e os dados.

Conte qual é o lugar onde a decisão acontece e o que você já sabe sobre os seus consumidores: estudos, segmentações, transcrições. Montamos as personas e o mundo e mostramos a primeira sessão rodando.

Vai direto para a equipe da Cassi.ai e não entra em nenhuma lista de envio.