O que é o Synthetic Vertical Simulator?
O Synthetic Vertical Simulator é um produto da Cassi.ai para pesquisa de mercado. É um simulador social 2D, montado como um jogo em pixel art, em que os consumidores do cliente, refeitos como personas sintéticas, andam por uma cópia virtual do ambiente onde a decisão acontece, falam em balões escritos por um modelo de linguagem, respondem umas às outras em pequenos grupos e conversam com o pesquisador num chat direto.
Posso conversar com qualquer persona?
Sim. Aproxime o seu avatar de qualquer persona no mundo, ou abra o cartão dela no Persona Lab, e inicie um chat. Pergunte sobre rotina de compra, preferências, marcas em que confia, o que ela faria diante de um conceito. Ela responde com a própria voz, com as motivações, a tensão interna e os tabus da ficha. A conversa fica no feed de transcrição com horário.
De onde vêm os dados das personas?
Do próprio cliente. Num projeto, a empresa disponibiliza o material que já tem sobre os seus consumidores: estudos anteriores, segmentações, transcrições de entrevistas e grupos, sinais de CRM quando permitido. Esse material vira o contexto de cada persona. Na demonstração, as nove personas têm fichas de exemplo, em quatro clusters geracionais. As fichas de projeto são montadas do mesmo jeito que o Synthetic Lab monta as personas dele: https://syntheticlab.cassiai.com/
O que é engenharia de contexto?
É o trabalho de escolher e organizar o material que a persona recebe antes de responder. Em vez de perguntar a um modelo de linguagem o que "uma mãe de classe B" diria, a persona recebe como contexto os estudos, as segmentações e as transcrições que o cliente forneceu, e a resposta sai desse material. Sem esse contexto, a resposta viria da média da internet. Com ele, a resposta vem do que a empresa já sabe sobre aquele consumidor.
Dá para construir um ambiente que ainda não existe?
Sim. Seis mundos vêm prontos: shopping, supermercado, praça, concessionária, praia e escritório. Qualquer outro ambiente de interesse do cliente pode ser construído para o estudo: uma farmácia, uma agência bancária, um aeroporto, uma academia, uma escola, um restaurante, o checkout de um e-commerce, uma casa. Isso inclui um espaço que ainda está no projeto, como um formato de loja que a empresa quer testar antes de abrir. As atividades daquele lugar, como comprar, comparar, esperar na fila e perguntar ao atendente, são replicadas junto.
Que tipos de discussão posso rodar?
A discussão toma a forma que a pergunta pede. Entrevista individual com uma persona no contexto. Debate de um grupo de personas sobre um estímulo, como um pequeno grupo focal. Teste de conceito e de mensagem: você mostra o estímulo e pergunta o que a persona entendeu. Percurso por gôndola, loja ou showroom, zona por zona. Observação de trajeto e atrito, parada por parada. Exploração de cenário, como uma mudança de preço ou uma ruptura de estoque, rodada como conversa com o cluster. Em todas, você pergunta e a persona responde a partir da ficha.
Ele substitui o campo?
O campo continua existindo. O simulador é um ambiente de simulação. Ele atende as perguntas que vêm antes ou entre os estudos reais e ajuda o time a escolher o que merece uma visita real ou uma amostra real. Quando a decisão pede amostra real, o estudo vai a campo.
Os meus dados ficam isolados e a saída vem marcada como sintética?
Sim, nos dois casos. O material de cada projeto fica separado do de qualquer outro cliente, e as chaves de modelo de linguagem ficam só na memória do servidor durante a sessão. Toda fala na tela vem marcada como sintética, e o simulador mostra só o que existe hoje: o feed de transcrição, as atividades por cluster e os padrões detectados. Mapas de calor, exportações e relatórios são trabalho de projeto, combinado caso a caso.